quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Adolescente dos EUA vive 118 dias sem coração.



Uma adolescente norte-americana sobreviveu durante quase quatro meses sem coração, graças a um equipamento feito sob medida, que a manteve viva até que fosse submetida a um transplante, disseram médicos de Miami nesta quarta-feira (20).

Os médicos disseram que o fato é inédito em um paciente dessa idade, mas que há um caso na Alemanha de um adulto que sobreviveu durante nove meses sem coração.

A paciente D'Zhana Simmons, 14 anos, considerou "assustadora" a experiência de passar tanto tempo dependendo de uma máquina que bombeasse o sangue em seu corpo. "Você nunca sabe quando poderia dar um defeito", disse ela, praticamente sussurrando, numa entrevista coletiva no Centro Médico Jackson Memorial, da Universidade de Miami.

"Eu era como uma falsa pessoa, não existia de verdade, simplesmente estava ali", afirmou ela, que sofria de dilatação cardíaca, o que enfraquece o músculo.

Apresentadora é pedida em casamento ao vivo




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Emily Leonard, apresentadora de um telejornal da TV KAMC, no Texas, Estados Unidos, foi surpreendida por uma inusitada declaração de amor. Ela foi pedida em casamento pelo namorado Matt Laubhan, que apresenta a previsão do tempo.

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Olhem esse video muito engraçado do Oscar Filho. Se Quiserem ver os outros dele é só procurar no youtube que voce vai achar. Até Mais.

Primata que não era visto desde 1921 é encontrado na Indonésia





Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Texas encontrou um grupo de primatas que se pensava extinto há mais de 85 anos. O tarsius pigmeu é um animal do tamanho de um rato e que pesa cerca de 50 gramas. Ele lembra um furby, personagem peludo de brinquedo lançado nos anos de 1990. A última vez que um tarsius foi visto com vida foi em 1921, apesar de dois indonésios terem acidentalmente capturado e matado um exemplar em 2000.

Liderada por Sharon Gursky-Doyen, uma antropóloga especializada em primatas não-humanos, a equipe capturou três destes animais de hábitos noturnos no fim de agosto. O que distingue a espécie, segundo a pesquisadora, é que ao contrário dos outros primatas, o tarsius possui garras em vez de unhas – uma possível adaptação ao meio repleto de musgo onde vivem.

Para chegar os tarsius, os cientistas utilizaram 276 redes. Eles capturaram dois machos e uma fêmea que vivem no Parque Nacional Lore Lindu, em Sulawesi, na Indonésia. Após capturarem os animais, os estudiosos colocaram colares com radiotransmissores para monitoramento.
Além do desafio de encontrar exemplares vivos da espécie, a equipe de Gursky-Doyen tinha como objetivo identificar comportamentos maternais não-usuais desses primatas e sua relação com os ciclos lunares.

A pesquisadora americana começou sua pesquisa na região central da Indonésia em 1993. Sua principal assistente é a aluna de graduação Nanda Grow, com quem irá escrever a dissertação com os resultados do estudo. Com a pesquisa patrocinada por diversas entidades de porte, como a National Geografic Society, Gursky-Doye pretende tirar a espécie do esquecimento. Mas isso não é tudo. “Existem espécies de primatas a serem descobertas na Indonésia. Nem todas foram vistas, ouvidas e descritas”, diz a pesquisadora.